Lista de livrarias em que o Dicionário está à venda:

Versão online integral do Dicionário: clique aqui.

Capa, contracapa, ISBN e introdução da 4a Edição da obra (publicada em setembro de 2013): clique aqui.

Aulas de Tradução Jurídica no YouTube: http://www.youtube.com/user/dicionariomarcilio/videos
Mais aulas online de Tradução Jurídica: http://www.authorstream.com/marciliomcastro/

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PDF com Amostra online do Dicionário (1a edição): clique aqui.

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domingo, 29 de setembro de 2013

Dia dos Tradutores - Dicionário à venda por R$ 132,00 (desconto de 20%)

Promoção na Semana dos Tradutores: esta semana o Dicionário de Direito, Economia e Contabilidade está à venda pela Editora por R$ 132,00, de segunda dia 30/09 até sábado dia 05/10.
 
Link direto com a Ed. Forense: 
 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

empréstimo/financiamento/crédito a fundo perdido

como dizer em inglês "empréstimo a fundo perdido"?

empréstimo/financiamento/crédito a fundo perdido à loan in which the lender never had any expectation of repayment. This expression, in Portuguese, is used as a euphemism for a donation in which the recipient must follow strict rules about the investment of the funds, especially in social, environmental and development projects.  Sometimes it is also used to refer to reckless lending, especially by government entities. Suggested translations: non-repayable/nonrefundable loan; non-repayable/nonrefundable grant; (disguised) grant/donation/gift/subsidy/aid.  Esta expressão tem origem na língua francesa: à fonds perdu.

sábado, 21 de setembro de 2013

saudade em inglês

Dica de tradução não-jurídica:
 
Aquele velho clichê: "a palavra 'saudade' só existe no português, não existe em inglês".
 
Grande erro.
 
Sem entrar no mérito de substantivos como 'longing', etc., o fato é que  'saudade' em inglês é 'to miss". E vice-versa.
 
Em que lei está prescrito que todo substantivo deve ser traduzido por substantivo? E todo verbo deve ser traduzido utilizando um verbo?
 
É perfeitamente correto traduzir um substantivo usando um verbo, com as devidas adaptações. E vice-versa.
 
Note que não existe o verbo 'saudadar' em português. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Nota estilística: excesso de conjunções

Veja este trecho de peça jurídica, cinco parágrafos contíguos:
(...)
Nesse sentido, é importante ressaltar que ... blá blá blá.
Portanto, ... blá blá blá.
Nesse diapasão, impende esclarecer que ... blá blá blá.
Por conseguinte, ... blá blá blá.
Neste tocante, ... blá blá blá.
Ademais, insta frisar que ... blá blá blá.
Registro, por oportuno, que ... blá blá blá.
Note-se, desde logo, ... blá blá blá.
Pois bem. Blá blá blá.
Em conclusão, ... blá blá blá.
 
Explico: quando tínhamos 14 anos de idade, a professora nos disse que precisávamos começar cada parágrafo da redação com uma conjunção ou expressão conjuntiva. Isso para ligar as ideias, para que o texto ficasse coerente e coeso.
Todavia, nós advogados e outros profissionais do Direito não estamos mais na oitava série do ensino fundamental. Não precisamos de todo esse “entulho conjuntivo”, esses quebra-molas linguísticos, tiques nervosos, soluços retóricos.
O uso de uma expressão conjuntiva, de ligação, no início de cada parágrafo da petição, sentença ou parecer – além de desnecessário – é irritante e denota falta de proficiência no uso da língua portuguesa. Elas devem ser usadas com parcimônia.
Veja os principais escritores, jornalistas e ensaístas, nos principais jornais brasileiros e internacionais. Os editoriais da Folha de S. Paulo, do Estado de S. Paulo, da Veja, do New York Times, da The Economist. Os mais famosos colunistas. O texto flui com naturalidade, sem essa obsessão em usar uma expressão “de ligação” no início de cada parágrafo.
Ao traduzir um texto jurídico, não é necessário traduzir a maioria desses “espasmos linguísticos”, podem ser simplesmente ignorados. O leitor da versão agradecerá.
Aproveito para dar uma dica para quem quer melhorar o português (e o inglês): ler muitos editoriais dos mais respeitados jornais e revistas. São o que há de melhor no idioma: concisos, diretos no ponto, linguagem culta, argumentativos, escritos pelos jornalistas mais seniores e experientes. E também uma ótima forma de se manter informado.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

norte-americano, americano ou estadunidense?

Como traduzir o termo American: norte-americano, americano ou estadunidense?

Traduza American por norte-americano, ‘dos Estados Unidos’, ‘dos EUA’, ou simplesmente americano. Evite utilizar ‘estadunidense’, por ser termo utilizado majoritariamente – no Brasil – com forte conotação pejorativa.

Em outras palavras: os termos “norte-americano” e “americano” são termos neutros, sem conotação ideológica. Ao contrário do que algumas pessoas afirmam, não há ambiguidade, pois pelo contexto fica sempre bem claro se referirem aos Estados Unidos da América. Da mesma forma que o termo “mineiro” pode se referir ao habitante de Minas Gerais ou a quem trabalha em mina. Vide http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/consultorio/americano-norte-americano-ou-estadunidense/
Além disso, o termo “americano” (em suas grafias estrangeiras) é consagrado em todas as principais línguas. Vide os dicionários de francês, italiano, alemão, etc. Uma das poucas exceções é a língua espanhola. E também consta nessa acepção em todos os dicionários brasileiros (Aurélio, Houaiss, etc.).
Já o termo "estadunidense” é usado no Brasil quase que exclusivamente por publicações antiamericanas, antiocidentais, comunistas, marxistas, leninistas, socialistas, coletivistas, Carta Capital, MST, e outros losers. Inclusive, é claro, professores de História, Filosofia, Sociologia, Geografia e Português, em nossas tristes escolas e universidades públicas (e muitas particulares), no esforço de incutir nos estudantes a aversão aos Estados Unidos e ao capitalismo.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

tradução de neoliberal e neoliberalismo

neoliberal; neoliberalismo. (economia) neoliberal; neoliberalism. Nota linguística e cultural: em inglês, os termos neoliberal e neoliberalism não são utilizados pelos mais respeitados economistas norte-americanos e ingleses.
Por exemplo, um dos manuais de economia mais vendidos em todo o mundo, Principles of Economics, escrito pelo professor Gregory Mankiw, da University of Harvard, nunca utiliza tais termos.
O mesmo pode ser dito sobre as principais publicações de economia de Nova York e Londres: Wall Street Journal, The Economist e Financial Times. Os termos utilizados por essas e outras respeitadas autoridades em economia são, simplesmente, liberal ou (economic) liberalism.
Note que, tanto em inglês quanto em português, os termos “neoliberal”, “neoliberalismo” e “neoliberalism” são utilizados sempre com conotação pejorativa, e apenas por pessoas que não gostam do capitalismo e, geralmente, simpatizam com ao pensamento marxista.

domingo, 15 de setembro de 2013

Qual inglês, jurídico ou não, devo utilizar e estudar: dos Estados Unidos ou o inglês britânico?

Pergunta: Qual inglês, jurídico ou não, devo utilizar e estudar: o inglês dos Estados Unidos ou o inglês britânico?
Resposta: o inglês dos Estados Unidos, de preferência.
Argumento 1: o PIB dos EUA é 6,4 vezes maior do que o PIB do Reino Unido (World Bank estimate).
Argumento 2: O PIB dos EUA corresponde a 21% do PIB mundial. O do Reino Unido corresponde a apenas 3,6%.
Argumento 3: se somar o PIB dos Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul, o total equivale a apenas 39% do PIB dos Estados Unidos.
Argumento 4: apesar do sucesso comercial da música, literatura e alguns filmes ingleses, a influência cultural, científica, tecnológica, universitária, jurídica, militar, diplomática e econômica dos Estados Unidos é assombrosamente maior, em todo o mundo.
Argumento 5: os EUA são o 2º parceiro comercial do Brasil. O Reino Unido fica em 11º.
Argumento 6: Se utilizar o inglês jurídico britânico, é provável que vários norte-americanos não entendam ou achem ‘engraçado’. Se utilizar o inglês jurídico dos EUA, todo o mundo entende perfeitamente, inclusive os ingleses.
Argumento 7: o argumento de que o inglês britânico é mais correto, bonito, culto, educado, formoso, etc. é puro preconceito linguístico, sem qualquer fundamento científico, e que beira a xenofobia.
Argumento 8: mas se mesmo assim preferir o inglês jurídico britânico, tente sempre apresentar em seu texto a “tradução” para o inglês jurídico dos Estados Unidos.
Argumento 9: não perca seu tempo estudando inglês jurídico do Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Jamaica, Nigéria, África do Sul, Libéria etc. Simplifique sua vida e use sempre o inglês dos Estados Unidos.
Argumento 10: os chineses, quando falam inglês, preferem e entendem melhor o inglês norte-americano – afinal de contas são as duas potências mundiais da atualidade.
p.s. De qualquer forma, o nosso Dicionário aborda tanto o inglês jurídico dos EUA quanto do Reino Unido.
p.s. O mesmo vale para o português jurídico: estude o do Brasil, e não o de Portugal, Angola, Moçambique, Timor Leste, etc.

sábado, 14 de setembro de 2013

Qual a diferença entre agreement e contract, em redação contratual (contract drafting)?

Qual a diferença entre agreement e contract, em redação contratual (contract drafting)?

Na teoria jurídica, existe diferenciação entre acordo X contrato e agreement X contract.

Todavia, na prática da redação contratual, tais termos geralmente são sinônimos e intercambiáveis (interchangeable).

Em português, prefere-se utilizar o termo “contrato”. Por exemplo: “contrato de compra e venda”; “contrato de locação”; “contrato de confidencialidade”.
Já em inglês, prefere-se utilizar o termo “agreement”. Por exemplo: “sales agreement”; “lease agreement”; “nondisclosure agreement”.
Mas note que são termos intercambiáveis: pode-se perfeitamente utilizar contract nesses exemplos.
A explicação para se preferir utilizar o termo “agreement”, em inglês, está no fato de tal palavra ser considerada mais polida, suave, consensual do que o termo “contract”, que seria mais ‘autoritário’. A diferenciação é apenas estilística, e não semântica.
O mesmo vale para os termos advogado e lawyer. Tanto em português quanto em inglês, foram criados vários sinônimos “polidos” para esses termos. Isso porque os termos advogado e lawyer atraem a antipatia de algumas pessoas. Em português, usa-se o termo procurador. Em inglês, os termos counsel, counselor, attorney ou attorney-at-law. Mas perceba que essas são palavras sinônimas e intercambiáveis.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Lançamento da Quarta Edição do Dicionário

A EDITORA FORENSE tem o prazer de confirmar a publicação da obra: MARCILIO MOREIRA DE CASTRO | DICIONÁRIO DE DIREITO, ECONOMIA E CONTABILIDADE - INGLÊS-PORTUGUÊS/PORTUGUÊS-INGLÊS | Quarta Edição

ISBN: 978-85-309-4646-3

Preço de capa: R$ 166,00 | Quantidade de páginas: 856

Data da publicação: 4/9/2013

Está à venda em todas as livrarias.

Direto com a Editora: http://www.grupogen.com.br/ch/prod/12199/0/dicionario-de-direito,-economia-e-contabilidade.aspx

Introdução da Quarta Edição:

Desde a 3ª edição, de 2010, continuamos a pesquisar e ampliar a obra constantemente.

Com muito prazer apresentamos esta 4ª Edição, contendo centenas de novos verbetes, notas e expressões, além de ter sido cuidadosamente revista, durante os últimos 3 anos.

Alguns dos termos acrescentados ou aprimorados: to be statute-barred; to strike down a law; perder vigência; irregular; irregularidade; conduit company; capatazia; clean-hands doctrine; official; home equity; home loan; doutrina; ampla defesa; iniciativa popular; means test; commandeer; thin market; thinly traded stock; cláusula pétrea; COAF; pensão; senhoriagem; operação de crédito; superfaturar; licitação; paraíso fiscal; tombamento; tombar; exchange-traded fund; soft loan; lump-of-labor fallacy; inflation-linked; arm’s length; hardship clause; to retire the stock; nondisclosure agreement; realizar desembaraço aduaneiro; to inflate the debt away; underwater borrower; equity performance; turnkey contract; poder concedente; improbidade administrativa; to take the 5th; segredo de justiça; disclaimer; dívida ativa; corregedoria; ouvidoria; EIRELI; fiança bancária; imóvel locado; rule of law; estado de direito; boleto; cláusula de acordo integral; sinistro; insurance claim; policyholder; demurrage; avaria; non-performing loan; periculum in mora; stop and frisk; fundo de investimento em direitos creditórios; bail-in; shadow cabinet; spillover effect; to branch out; edital; assembléia geral ordinária e extraordinária; debt versus equity; atividade inventiva; surrogacy; mandado de distanciamento; ringfencing; unreasonableness; empréstimo consignado; distinguishing; to file suit; competitor; stakeout; quantitative easing; consorciar; yield rate; law enforcement; precatório; contrato de empreitada global; custodiar ações; blocking stake; fusão; merger; public utility; mandatory; rent-seeking; to spin off; contrato social; estatuto social; no-bid contract; sole-source contract e muitos outros.  

·         Mais de 31.000 verbetes, subverbetes e expressões traduzidas.
·         Bibliografia com 140 obras, que são efetivamente citadas mais de 5.000 vezes no corpo do Dicionário.
·         Mais de 6.000 referências cruzadas.
·         Mais de 30 anexos e modelos de tradução.
·         Centenas de notas explicativas.


 
 
 
Contracapa:
“The phrases included and the references to laws and treatises make this one of the finest bilingual law dictionaries in any language pair.”
Thomas L. West III, J.D., former President of the American Translators Association (ATA).
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Mantemos vários exemplares no escritório. Endosso a obra com uma pergunta frequente entre os membros de nossa equipe: “O Marcílio está na sua mesa?”.  O dicionário adquiriu tal dimensão que se tornou ferramenta imprescindível na mesa de tradutores e advogados.
Célia Korn, Tradutora Pública Juramentada, Diretora Executiva da Célia Korn Traduções, São Paulo.
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When in 2006 the author published his private collection in a form available to translators everywhere, it was a momentous event. The 4th edition includes even more solutions to the thorny terminological problems encountered by translators who work into English.
Donna Sandin, ATA-certified translator of Portuguese into English, Washington DC - USA
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“The work is extensively researched and based on comparative law principles. It is also a clear labor of love.”
Naomi J. Sutcliffe de Moraes, ATA-certified Translator of Portuguese into English, PhD in Linguistics from the University of São Paulo, LLB from the University of London.
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“Ao adquirir esta obra, impressionei-me com a qualidade da hercúlea tarefa desempenhada pelo autor. Ele não somente definiu os termos de forma inequívoca, como também optou por explicar as várias acepções de expressões ou palavras que, até então, desafiavam até os mais experientes tradutores”.
Márcio Rubens Soares Gomes, Advogado, Tradutor Público Juramentado e Professor de Inglês Jurídico e Financeiro
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“Nos 19 anos em que atuei como advogada em escritórios internacionais, e nos 14 anos em que trabalho como tradutora jurídica, jamais tive o prazer de encontrar uma obra tão completa, com tamanho grau de profundidade, precisão e clareza inclusive para leigos”.
Nathalie Fragoso, Advogada e Tradutora Pública Juramentada
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